“Colocar o direito de aprender no centro das decisões, com atenção à alfabetização, às transições entre etapas, à recomposição e ao aprofundamento das aprendizagens. Avaliação diagnóstica e formativa deverá orientar apoio pedagógico, reconhecer avanços e ajustar estratégias, sem responsabilização isolada de escolas ou profissionais. Acesso, permanência, aprendizagem e conclusão com qualidade serão dimensões inseparáveis do direito à educação. A expansão da educação integral promovida pelo governo Fátima será aprofundada com qualidade pedagógica, equidade territorial e participação das comunidades, integrando conhecimento, cultura, esporte, ciência, tecnologia, sustentabilidade e projetos de vida. A educação inclusiva removerá barreiras físicas, pedagógicas, comunicacionais, digitais e atitudinais. Educação do campo, indígena, quilombola e das comunidades tradicionais, além da Educação de Jovens e Adultos, respeitará identidades, territórios e modos de vida. Busca ativa e articulação intersetorial apoiarão estudantes em risco de afastamento.”
Fonte: plano de governo registrado no TSE, p. 27. Ver no plano