“Organizar a regulação como instrumento de cuidado, integrando Estado, municípios e prestadores em percursos compreensíveis para consultas, exames, cirurgias e tratamentos. Critérios clínicos, risco, vulnerabilidade e capacidade regional orientarão as prioridades, com transparência e comunicação acessível aos usuários. Qualificar as filas e acompanhar o percurso de cada pessoa, evitando que o encaminhamento seja tratado como encerramento da responsabilidade pública. Marcação, confirmação, orientação e atualização deverão funcionar por diferentes canais, inclusive presenciais, sem criar barreiras digitais. Linhas de cuidado conectarão atenção primária, atendimento especializado, diagnóstico, tratamento, reabilitação e acompanhamento. Telessaúde e integração responsável de informações apoiarão profissionais, reduzirão repetições e facilitarão o acesso, preservando o vínculo humano e a proteção dos dados.”
Fonte: plano de governo registrado no TSE, p. 32. Ver no plano